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sábado, 31 de dezembro de 2011

Cruzado Novo - 16/01/1989 COLEÇÃO COMPLETA

Cruzado Novo - 16/01/1989 COLEÇÃO COMPLETA

A Medida Provisória 32, de 15/01/1989, convertida na Lei 7.730, de 31/01/1989, instituiu o CRUZADO NOVO como unidade do sistema monetário, correspondente a um mil cruzados, mantendo o centavo. A Resolução 1.565, de 16/01/1989, do Conselho Monetário Nacional, disciplinou a implantação do novo padrão.

Exemplo: Cz$ 1.100.10 (um mil e cem cruzados e dez centavos) = NCz$ 1,10 (um cruzado novo e dez centavos).

MOEDA

DESCRIÇÃO

NCz$ 0,01

  • Anverso: figura do Vaqueiro, ladeada abaixo pelo ano de cunhagem.
  • Reverso: Dístico do valor facial "1" sobrepondo figura alusiva ao Pavilhão Nacional, ladeado abaixo pelas legendas "CENTAVOS" e "BRASIL".
  • Material: Aço Inoxidável
  • Bordo: Liso
  • Diâmetro: 10 mm

NCz$ 0,05

  • Anverso: figura do Jangadeiro, ladeada abaixo pelo ano de cunhagem.
  • Reverso: Dístico do valor facial "5" sobrepondo figura alusiva ao Pavilhão Nacional, ladeado abaixo pelas legendas "CENTAVOS" e "BRASIL".
  • Material: Aço Inoxidável
  • Bordo: Liso
  • Diâmetro: 17 mm

NCz$ 0,10

  • Anverso: figura do Garimpeiro, ladeada abaixo pelo ano de cunhagem.
  • Reverso: Dístico do valor facial "10" sobrepondo figura alusiva ao Pavilhão Nacional, ladeado abaixo pelas legendas "CENTAVOS" e "BRASIL".
  • Material: Aço Inoxidável
  • Bordo: Liso
  • Diâmetro: 18 mm

NCz$ 0,50

  • Anverso: figura da Rendeira, ladeada abaixo pelo ano de cunhagem.
  • Reverso: Dístico do valor facial "50" sobrepondo figura alusiva ao Pavilhão Nacional, ladeado abaixo pelas legendas "CENTAVOS" e "BRASIL".
  • Material: Aço Inoxidável
  • Bordo: Liso
  • Diâmetro: 19 mm

NCz$ 1,00

  • Anverso: Efígie da República, circundada pela inscrição "1889 CENTENÁRIO DA REPÚBLICA 1989".
  • Reverso: Dístico do valor facial, ladeado abaixo pela legenda "CRUZADO NOVO" e "BRASIL".
  • Material: Aço Inoxidável
  • Bordo: Liso
  • Diâmetro: 31 mm
  • Moeda Comemorativa do Centenário da República.

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Moeda Comemorativa 200 Cruzados Novos - Centenário Da Republica

Moeda Comemorativa 200 Cruzados Novos -

Centenário da República (1989)



História: Em comemoração ao primeiro centenário da proclamação da República, o Banco Central do Brasil emitiu uma moeda comemorativa em prata. O exemplar é semelhante à moeda de 1 Cruzado Novo. O império brasileiro passou por uma grande crise após a assinatura da Lei Áurea, que aboliu a escravidão. Ao se aproveitar disso, os republicanos e militares, sob a liderança do Marechal Deodoro da Fonseca, dão um golpe de estado. A família real se exilou na França. Com isso é instaurado o regime republicano no Brasil. Veja o exemplar abaixo:

Reverso
Anverso
Efígie da República
Exemplar: a moeda acime mostra, em seu reverso, as inscrições "200 cruzados novos" e "Brasil", além da constelação do Cruzeiro do Sul, que na bandeira nacional, representa os estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Rio de Janeiro. O Reverso mostra a inscrição "Centenário da República 1889 1989" e a efígie da república.

Efígie da República: É a personificação do regime republicano e do próprio estado onde esse regime vigora. Geralmente a imagem da República é representada, iconograficamente, por uma mulher, ostentando um barrete frígio (touca ou carapuça usada pelos republicanos franceses na tomada da Bastilha, em 1789). No Brasil, ela se tornou um símbolo do país, com a proclamação da república em 1889.

Moeda Comemorativa 1 Cruzado Novo - Centenário Da Republica

Moeda Comemorativa 1 Cruzado Novo - Centenário Da Republica

Período de Circulação: 8/11/1989 a 31/7/1993
Material: Aço Inoxidável
Tamanho: 30mm (3cm)
Peso aprox: 9.95g
Ano: 1989
Tiragem:

História: Em comemoração ao primeiro centenário da proclamação da República, o Banco Central do Brasil emitiu uma moeda comemorativa de 1 Cruzado Novo.
O império brasileiro passou por uma grande crise após a assinatura da Lei Áurea, que aboliu a escravidão. Ao se aproveitar disso, os republicanos e militares, sob a liderança do Marechal Deodoro da Fonseca, dão um golpe de estado. A família real se exilou na França. Com isso é instaurado o regime republicano no Brasil.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Cédula 500 Quinhentos Cruzados Novos - Augusto Ruschi

Cédula 500 Quinhentos Cruzados Novos Augusto Ruschi

No ano de 1989, verifica-se nova desvalorização de três decimais no padrão monetário, que passou a denominar-se cruzado novo, representado por NCz$, procedendo-se à carimbagem das cédulas de 10.000, 5.000 e 1.000 cruzados, que passaram a valer 10, 5 e 1 cruzados novos. Entram em circulação as cédulas de 100 e 50 cruzados novos, homenageando os poetas Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade e, para comemorar a passagem do centenário da Proclamação da República, a de 200 cruzados novos. No ano seguinte, faz-se a última emissão em papel-moeda desse padrão, a cédula de 500 cruzados novos, que homenageia o naturalista Augusto Ruschi.


Augusto Ruschi

Augusto Ruschi (Santa Teresa, 12 de dezembro de 1915 — Vitória, 3 de junho de 1986) foi um agrônomo, ecologista e naturalista brasileiro. É o Patrono da Ecologia no Brasil[1] e um dos ícones mundiais da proteção ao meio ambiente.
O interesse pelo estudo de insetos e outros animais, desde a infância, permitiu que conhecesse a fundo diversos ramos da biologia. Quando adulto, tornou-se professor titular da UFRJ e pesquisador do Museu Nacional, com vasta produção técnico-científica. Ajudou no combate a pragas na agricultura, na implantação de diversas reservas ecológicas brasileiras, como o Parque Nacional do Caparaó, e na divulgação científica acerca da natureza, produzindo cerca de 450 trabalhos científicos, 22 livros e um grande acervo sobre a Mata Atlântica. Montou 2 instituições científicas (a saber, o Museu de Biologia Professor Mello Leitão e a Estação Biologia Marinha Ruschi) e também colaborou na elaboração da Fundação Brasileira de Conservação da Natureza (FBCN).
Defensor atuante e notório do meio ambiente, envolveu-se em brigas públicas com empresas e autoridades pela preservação ambiental, principalmente de “matas virgens com milhares de formas de vida em equilíbrio”. Em 1977, atritou-se fortemente com o então Governador do Espírito Santo, Élcio Álvares, que decretou que fosse instalada uma fábrica de palmito na Reserva Biológica de Santa Lúcia. Nessa reserva havia milhares de orquídeas e árvores catalogadas com placas de identificação, sendo uma das regiões mais ricas em biodiversidade do mundo, mantida intacta por Ruschi por mais de 40 anos. O pesquisador ameaçou matar o governador dentro do Palácio do Governo.
Cquote1.svg Podem voltar diretamente para o Palácio e avisem ao governador que ou ele muda de idéia, ou amanhã cedo eu vou lá matar ele pessoalmente, no Palácio. Cquote2.svg
— Augusto Ruschi, para os fiscais do governo
Augusto Ruschi era autoridade mundial em beija-flores e orquídeas; foi um dos primeiros homens a denunciar os efeitos danosos do DDT (utilizado na agricultura) sobre a natureza; a enfrentar a ditadura militar e denunciar o início da derrubada da Floresta Amazônica; a prever a escassez de água no mundo; a prever o aquecimento global; a denunciar o efeito danoso da agricultura em larga escala, com fertilizantes e agrotóxicos. Atribui-se ao brasileiro a ideia original das reservas ecológicas como espaços de preservação de espécies.
Em 1985, a saúde já fragilizada por várias malárias e esquistossomoses que contraiu durante as pesquisas de campo, tornou-se ainda mais frágil como efeito da hepatite C que o acometia. Anos antes, também havia sido envenenado por sapos dendrobatas no Amapá, cujo veneno pode ter comprometido as funções hepática e renal. No dia 23 de janeiro de 1986 reuniu-se com índios no Parque da Cidade, no Rio de Janeiro, para um ritual indígena de purificação e cura dos males, após diversos tratamentos médicos convencionais. O evento comoveu o Brasil, tendo repercussão internacional. Morreu no dia 3 de junho, após agravamento do quadro de saúde. A seu pedido foi enterrado no solo da Reserva Biológica de Santa Lúcia, e coincidentemente, no dia 5, Dia Mundial do Meio Ambiente.
Cquote1.svg Folha - E a briga com o ex-governador do Espírito Santo, Élcio Álvares, como foi?
Ruschi - Aquele safado quis destruir a estação biológica de Santa Lúcia para favorecer amigos seus, industriais. Queriam plantar palmito lá. Chegou a tentar me tirar da direção da reserva para facilitar sua intenção. Falei que mataria este homem se fizesse este crime e acho que mataria mesmo. Lembro que, na época, o jornal ‘Movimento’ foi o primeiro a ficar do meu lado. Os jornais do Espírito Santo, comprometidos com o bandido, se omitiram. Felizmente, o barulho que fizemos impediu a destruição. Agora, estou sabendo que ele quer ser governador de novo. Pode ter certeza de que já tem um adversário disposto: eu.

Cédula 100 Cem Cruzados Novos - Cecília Meireles

Cédula 100 Cem Cruzados Novos - Cecília Meireles

No ano de 1989, verifica-se nova desvalorização de três decimais no padrão monetário, que passou a denominar-se cruzado novo, representado por NCz$, procedendo-se à carimbagem das cédulas de 10.000, 5.000 e 1.000 cruzados, que passaram a valer 10, 5 e 1 cruzados novos. Entram em circulação as cédulas de 100 e 50 cruzados novos, homenageando os poetas Cecília Meireles e Carlos Drummond de Andrade.
Fabricante: Casa da Moeda do Brasil
Valor:
Cr$ 100,00
Anverso:

Retrato de Cecília Meireles (1901-1964), tendo a esquerda, a reprodução de desenho de sua autoria, ao qual se sobrepõem alguns versos manuscritos extraídos de seus "Cânticos".

Reverso:

A gravura, a esquerda, representa o universo da criança, suas fantasias e o momento da aprendizagem. O painel é completado, a direita, com a reprodução de desenhos feitos pela escritora, representativos de seus estudos sobre folclore, músicas e danças populares.

Período de Circulação: 15.04.90 a 30.09.92



Cecília Meireles

Cecília Benevides de Carvalho Meireles (Rio de Janeiro, 7 de novembro de 1901 — Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1964) foi uma poetisa, pintora, professora e jornalista brasileira. É considerada umas das vozes líricas mais importantes das literaturas de língua portuguesa.

Biografia

Órfã de pai e de mãe, Cecília foi criada por sua avó portuguesa, D. Jacinta Garcia Benevides. Aos nove anos, ela começou a escrever poesia. Frequentou a Escola Normal no Rio de Janeiro, entre os anos de 1913 e 1916. Como professora, estudou línguas, literatura, música, folclore e teoria educacional.
Em 1919, aos dezoito anos de idade, Cecília Meireles publicou seu primeiro livro de poesias, Espectro, um conjunto de sonetos simbolistas. Embora vivesse sob a influência do Modernismo, apresentava ainda, em sua obra, heranças do Simbolismo e técnicas do Classicismo, Gongorismo, Romantismo, Parnasianismo, Realismo e Surrealismo, razão pela qual a sua poesia é considerada atemporal.
No ano de 1922, ela se casou com o artista plástico português Fernando Correia Dias, com quem teve três filhas. Seu marido, que sofria de depressão aguda, suicidou-se em 1935. Voltou a se casar, no ano de 1940, quando se uniu ao professor e engenheiro agrônomo Heitor Vinícius da Silveira Grilo, falecido em 1972. Dentre essas três, a mais conhecida é Maria Fernanda que se tornou atriz de sucesso.
Teve ainda importante atuação como jornalista, com publicações diárias sobre problemas na educação, área à qual se manteve ligada, tendo fundado, em 1934, a primeira biblioteca infantil do Brasil. Observa-se ainda seu amplo reconhecimento na poesia infantil com textos como Leilão de Jardim, O Cavalinho Branco, Colar de Carolina, O mosquito escreve, Sonhos da menina, O menino azul e A pombinha da mata, entre outros. Com eles traz para a poesia infantil a musicalidade característica de sua poesia, explorando versos regulares, a combinação de diferentes metros, o verso livre, a aliteração, a assonância e a rima. Os poemas infantis não ficam restritos à leitura infantil, permitindo diferentes níveis de leitura.
Em 1923, publicou Nunca Mais… e Poema dos Poemas, e, em 1925, Baladas Para El-Rei. Após longo período, em 1939, publicou Viagem, livro com o qual ganhou o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras.Católica, escreveu textos em homenagem a santos, como Pequeno Oratório de Santa Clara, de 1955; O Romance de Santa Cecília e outros.
Nos Açores, de onde eram oriundos os seus pais, o nome de Cecília Meireles foi dado à escola básica da freguesia de Fajã de Cima, concelho de Ponta Delgada.
Após sua morte, recebeu como homenagem a impressão de uma cédula de cem cruzados novos, com a efígie de Cecília Meireles, é lançada pelo Banco Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ), em 1989, que seria mudada para cem cruzeiros, quando da troca da moeda pelo governo de Fernando Collor.

domingo, 16 de novembro de 2008

MOEDAS COMEMORATIVAS REFERENTES AO CENTENÁRIO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

CENTENÁRIO DA PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

1 CRUZADO NOVO - ANO 1989
TIRAGEM: 10.000.000
200 CRUZADOS NOVOS - ANO 1989
TIRAGEM: 19.000

A Proclamação da República Brasileira é o evento, na História do Brasil, que instaurou o regime republicano no país, derrubando a Monarquia. Ocorreu dia 15 de novembro de 1889 no Rio de Janeiro, então capital do Império do Brasil, na praça da Aclamação (hoje Praça da República), quando um grupo de militares do Exército brasileiro, liderados pelo comandante marechal Deodoro da Fonseca, deu um golpe de estado e depôs o imperador D. Pedro II. Institui-se então a República, sendo nessa data que o jurista Rui Barbosa assinou o primeiro decreto do novo regime, instituindo um governo provisório.Faziam parte do governo provisório, organizado na noite de 15 de novembro, o Marechal Deodoro da Fonseca como presidente e, como ministros, Benjamin Constant, Quintino Bocaiuva, Rui Barbosa, Campos Sales entre outros.